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Toda semana falamos da qualidade de produtos que estão sintonizados com a sociedade contemporânea e atendem as demandas ambientais e sociais, mas hoje vamos fazer exatamente o contrário. Vamos ver como o mercado desenvolveu um modelo para fazer que os produtos durem o menos possível, para que seja necessário a compra de novos, dando fôlego, assim, a um sistema consumista.

Porém, isto não é de hoje. A história da obsolescência planejada já foi inclusive tema de um documentário de quase uma hora produzido pela RTVE – Radio e Televisão Espanhola.  Diversas empresas multinacionais desenvolvem produtos para durar um tempo determinado – e não o máximo possível – ou criam sistemas eletrônicos que depois de uma determinada quantidade de horas de uso para de funcionar.

Quando há possibilidade de conserto, a mão de obra e as peças são tão caras que tornam a compra de um aparelho novo mais vantajosa. Seguramente você já passou por esta situação ao ter uma impressora, televisão, aspirador de pó, telefone ou qualquer outro aparelho eletroeletrônico com problemas.

Para este sistema dar certo, toda a comunicação é direcionada para criar permanentemente o desejo por novos modelos, seja com uma modificação tecnológica, de design ou cor. Tudo é pensado para nos induzir a trocar o velho aparelho por um novo que, ainda na prateleira, também tem seus dias contados.

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