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No dia 18 de junho completou-se 110 anos que a lâmpada incandescente da estação de bombeiros de Livermore-Pleasanton, na Califórnia (EUA), está acesa. Registrada no livro dos recordes, esta lâmpada centenária tem 4 watts de potência e calcula-se que esteja funcionando por mais de 800 mil horas. Sendo que a vida média de uma lâmpada incandescente é de 750 a 2 mil horas, no melhor dos casos. Para se ter uma ideia, as lâmpadas fluorescentes, consideradas “de longa duração”, conseguem chegar a umas 10 mil horas de vida. E as novíssimas lâmpadas LED a 50 mil horas.

Pena que as lâmpadas incandescentes que compramos no mercado não tenham as mesmas características que esta lâmpada centenária. Se assim fosse, não teria sido necessária a grande mudança do mercado de lâmpadas, que hoje nos faz escolher entre modelos incandescente, dicróicas, fluorescentes compactas eletrônicas e agora as LED.

As lâmpadas incandescentes já têm data de saída do mercado, apesar de serem as mais comuns, tradicionais e baratas. Em casa podemos substituí-las pelas fluorescentes compactas eletrônicas, tecnologia que consome menos energia, tem maior durabilidade e não eleva tanto a temperatura do ambiente. Por outro lado, contêm em seu interior gás mercúrio – como as lâmpadas tubo fluorescentes –, e são mais difíceis de reciclar.

Se comparamos as lâmpadas incandescentes, que têm menos de 10 componentes, com as fluorescentes compactas eletrônicas, que têm mais de 100 componentes, é fácil entender essa dificuldade.

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