Skip navigation

O modelo comercial competitivo, reforçado pela desvalorização do dólar, que derruba os valores dos produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos todos os meses chegou aos móveis, com consertos e mãos de obra mais caros do que um produto novo.

Segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) os preços dos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, entre janeiro de 2003 e junho de 2011 ficaram 17,43% mais baratos, enquanto consertá-los ficou 52,41% mais caro. Este é mais um sinal de alerta, pois o modelo comercial propõe que os aparelhos tenham uma vida curta, e diante da possibilidade de consertar ou comprar um produto novo mais barato, a decisão acaba sendo simples.

Os ganhos da produtividade (por volume e escala) ainda são maiores na indústria do que no setor de serviços, (ainda um trabalho artesanal), porém este ciclo viciado de compra, descarte e compra nos leva ao consumo excessivo, e este é outro alerta para a insustentabilidade do sistema.

Ter apego a alguns produtos pode ser uma boa medida para insistir na tentativa de conserto (apesar de esta não ser a opção mais econômica), já que o valor emocional é muito mais importante que muitas das qualidades de um produto de moda, fabricado para ficar velho em menos de um ano.

Matéria completa

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: