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Category Archives: publicações

Estudantes do sexto semestre do curso de Desenho Industrial – Habilitação em Projeto de Produtos da FAU / Mackenzie, na disciplina de Design & Mercado – tiveram que realizar uma entrevista com um designer de expressão e trocando ideias com o professor Ivo Pons fui escolhido. Segue o link da entrevista realizada:

Mais uma vez, muito obrigado Ivo, alunos e universidade Mackenzie.

 

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tendências para a indústria moveleira para 2020

e nos participamos com um projeto de poltrona e da sugestão de novos materiais,

conteúdo realizado pela publicação eletrônica Radar Móbile

http://www.radarmobile.com.br/31/variedades/779-a-vida-em-2020-mobiliario.htm

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A campanha publicitaria “A embalagem perfeita não envolve destruição” da ong. internacional WWF, criada pela agencia Timofey Yuriev é um muito bom ponto de partida para pensar como desenhar uma embalagem. Em sala de aula, a Andressa, falou deste projeto e não conseguimos entender direito, depois ela postou e conseguimos entender do que a estava falando

A campanha da WWF foi criada pela Timоfey Yuriev | Creative Consultant e já tem reconhecimento internacional: Ads of the WorldInhabitat | Green Thing

A natureza acertou no conteúdo: sabor, nutrição, diversidade; na embalagem: proteção, biodegradabilidade, materiais naturais renováveis e nem falar do sistema de identificação por formas, texturas e cor. Todo bem que a vários milhões de anos eles vem sendo melhorados, porem com toda esta informação nos não chegamos nem perto

Referencia, Andressa Fiorio, integrante do grupo: embalagem para móvel da empresa Meu Móvel de Madeira do projeto: Projetando para a Sustentabilidade – CRIED – Ministerio Dell’Ambiente italiano

 

A economia atual esta em um momento de transição para passar: de ser uma economia da destruição ambiental, poluição e exploração para uma economia onde a inovação e criatividade são o grande ativo e diferencial do mercado. Existem grandes oportunidades para empresas criativas e atentas as necessidades reais dos consumidores.

As empresas estão continuamente mudando e se adaptando as demandas do mercado e desejos dos usuários, é esta mudança ou evolução podemos chamar de boa saúde da empresa. Hoje o design é uma ferramenta inteligente que colabora para a saúde coorporativa e a sustentabilidade pode ser o modelo que nos leve a um novo sistema produção com melhoria  continua na utilização de insumos e processos, consumidores com mais consciência e um mercado mais maduro.

Sustentabilidade é um conjunto de ideias, relações e recursos; capazes de manter um projeto vivo, renovado, desenvolvendo-se e esta diretamente relacionado com a toma de decisão da empresa: política da empresa, definição de produtos, seleção de matérias primas e processos, comunicação e relacionamento com parceiros fornecedores e comunidade do seu entorno.

Com base em pesquisas sobre o comportamento do consumidor, grandes e médias corporações criaram seus próprios programas de avaliação de produtos, isto colabora para uma continua procura de redução de impacto ambiental para os produtos que fabricam ou comercializam. O resultado são novos produtos mais sustentáveis que são o diferencial competitivo do modelo de nova economia. Os indicadores utilizados para avaliar seus produtos ou serviços são: emissões de carbono, utilização de produtos químicos e consumo de recursos.

Para este processo dar certo o setor financeiro e a legislação já estão fazendo sua parte, muitas linhas de financiamento encontradas nas principais instituições bancarias incentivam a construção de cadeias produtivas mais sustentáveis em economias de base local e a lei de resíduos sólidos vem para dar um destino certo para os resíduos descartados sem causar danos ambientais.

Produtos mais sustentáveis são a base da nova economia, que já esta sendo desenvolvida, produtos com melhor design e mais sustentáveis geram lucro a longo prazo, reduzem custos a médio prazo e são preferência dos consumidores, a curto prazo.

Matéria publicada no portal Design Forum

Una linda historia de un banco genuinamente latinoamericano pues su diseño es de tres paises

Banquito Tripé. Christian Ullmann, Brasil.

Christian es Argentino, vive en Brasil, esta banquita la diseñó en un viaje a Pereira, zona cafetera colombiana abundante en Bambú ( guadua)  Invitado a un taller sobre sustentabilidad en la UPTC, salieron a visitar empresas y se genero la inquietud de hacer algo con retales, a la vuelta a la Universidad , el diseñador reparó en un tradicional banquito  campesino colombiano de tres patas y aprovechando las bondades del material  y su facilidad de junción hizo este diseño  que posteriormente perfeccionó en Brasil donde ha tenido  mucho éxito y muchísimima divulgación.

publicado por Jorge Montaña en la plataforma Diseño del Mueble
http://www.disenodelmueble.com/post/64912176185/banquito-tripe-christian-ullmann-brasil

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Empresas de tendências mergulham no cotidiano dos diferentes paises do mundo para descobrir quais as próximas referências e prever o potencial destas tendências antes mesmo delas explodirem. O grande desafio é converter uma tendência em uma verdadeira oportunidade de negócio mensurável. A consultora Spark & Honey faz isto. Na semana passada, o jornal Valor Econômico divulgou as “20 profissões do futuro da Spalk & Honey”.

É até divertido ver a distância entre a pesquisa e a nossa realidade, ou melhor dito, nossas diferentes realidades brasileiras. E não devemos esquecer que por trás de tudo sempre tem uma intenção de organizar o futuro e criar oportunidades específicas.

No entanto, também podemos aproveitar as pesquisas internacionais e usá-las como pontos de referência para orientar nosso perfil profissional e melhorar nossas oportunidades com o mercado orientando estratégias, comunicação e planejamento.

Cada vez mais nós, designers – designers contemporâneos, empreendedores, curiosos e jovens de espírito – estamos procurando novos caminhos, novas oportunidades e cada vez estamos mais perto do modelo de designer thinker para formatar o novíssimo mercado do design business.

Concordo, cada vez está mais difícil atender as expectativas profissionais para uma sociedade mais adequada ao nosso tempo, mas cada vez há mais jovens designers, formados em escolas tradicionais de design (entenda-se escolas de formação em design de produto ou design em comunicação visual) que estão aventurando-se em novos modelos e novas idéias.

Isto é muito bom para a nossa profissão, que cada vez fica mais atenta e aberta as mudanças sociais. O desafio é o de sempre transformar ideias em projeto e projetos em ações onde empresas, clientes ou sociedade dem valor e possam quantificar.

O que está, sim, claro para todos, é que no passado e quase até o presente as carreiras eram estáveis e lineares, as pessoas escolhiam um caminho que durava até a aposentadoria. Mas isso tende a mudar.

As carreiras e as escolhas dos jovens são fragmentadas, especializadas e já vemos como está entrando o modelo social de colaborativismo e complexidade e isto esta em constante evolução.

matéria completa portal design brasil

Projeto desenvolvido pelo Laboratório de Design da UnB é contado em livro

MUIRADESIGN

No dia 3 de outubro (quinta-feira), às 11h, o Laboratório de Desenvolvimento e Design da UnB (LDD), lança no Laboratório de Produtos Florestais (LPF) do Serviço Florestal Brasileiro do MMA (antigo Ibama), o livro Muiradesign – Marchetaria com madeiras alternativas da Amazônia.

O projeto surgiu, em 1997, quando a engenheira florestal pesquisadora do LPF, Maria Helena de Souza, procurou os professores do Departamento de Desenho Industrial da UnB propondo a realização de projetos e móveis com uso de madeiras alternativas da Amazônia. Nascia o Muiradesign.

Organizado por Ana Claudia Maynardes, Frederico Hudson Ferreira, Itiro Lida e Rafael Dietzsch, o livro apresenta dois momentos da contribuição da UnB ao projeto de móveis no Brasil. O primeiro, na década de 1960, feito por profissionais de renome, recrutados para a criação da UnB, apresentando propostas muito arrojadas para o período; o segundo, quatro décadas depois, envolvendo professores e alunos do curso de Desenho Industrial.

Serviço.

Lançamento do livro Muiradesign – Marchetaria com madeiras alternativas da Amazônia (Editora UnB)

Dia 3 de outubro de 2013 (quinta-feira), às 11h
Local: Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal Brasileiro (SCEN Trecho 2 Bloco H- antigo Ibama)/Brasília (DF)

SCS Quadra 04, Ed. Anápolis, 1º andar, sala 103 , Brasília – Distrito Federal , 70.304-910
Telefones: (61) 3321-5811 / (61) 3324-0774 / (61) 3324-7118 – E-mail: cal@unb.br

Matéria completa

http://redecananeia.blogspot.com.br/2013/06/comercio-local-e-convidado-conhecer-os.html

domingo, 23 de junho de 2013

Comércio local é convidado a conhecer os empreendimentos econômicos solidários associados à Rede Cananéia

Por Silmara Guerreiro

 

Com o objetivo de estreitar a relação entre o comércio local e seus associados, a Rede Cananéia organizou o evento “Negócios Sociais para o Desenvolvimento Local e Turismo”, realizado na noite do dia 18 de junho, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Cananéia – ACEC. Foram convidados diferentes segmentos do comércio local, entre eles, hotéis, pousadas, restaurantes, lojas, mercados, etc. E entre os associados da Rede Cananéia estavam os empreendimentos econômicos solidários com atuação na área da agricultura, pescado, artesanato, cosméticos naturais e apresentações culturais. Durante o evento, houve exposição dos produtos, apresentações culturais e uma apresentação sobre os trabalhos da Rede Cananéia e os objetivos do encontro que contou com a participação de cerca de 100 pessoas entre expositores, organizadores e convidados. Comerciantes locais puderam conhecer melhor os empreendimentos comunitários do município e iniciar um diálogo para negociações futuras entre ambos. Ao final foi servido o Café Caiçara, uma ação da Rede Cananéia que tem por finalidade levar os produtos tradicionais caiçaras da agricultura familiar e de produções agroecológicas até o consumidor final para degustação em eventos, substituindo os “coffee break” e coquetéis. Para Valkíria Monteiro Pereira, artesã, o evento foi satisfatório, pois deu transparência do trabalho da Associação Rede Cananéia para o comércio local, oportunizando a compreensão do trabalho realizado pelos grupos e pelas frentes da Rede. No que diz respeito à CAF – Cananéia Artes e Fibras, grupo do qual faz parte, a ação contribuiu na realização de diversas vendas e encomendas e reforçou as parcerias já existentes. As Artesãs da Enseada da Baleia participaram do evento ficou muito feliz em ter um espaço para ser feita a divulgação do trabalho e, principalmente, aprender, conhecer e se relacionar com outros grupos. Campanha de Consumo Consciente da pesca Artesanal O grupo da campanha de consumo consciente da pesca artesanal é formado por pescadores e parceiros, “juntos buscamos maneiras de divulgar e diferenciar o pescado artesanal e foi por essa iniciativa que resolvemos participar do evento de comercialização que aconteceu na Associação Comercial. O grupo viu no evento uma maneira de divulgar a iniciativa do fortalecimento do pescado artesanal e melhorar a comercialização em Cananéia, além de mostrar ao público o diferencial no sabor, valor nutricional por ser um pescado fresco, variedades de produto e o consumidor conversar diretamente com o produtor para entender toda arte de pesca”.

 

O futuro na palma da mão

Há mais de vinte anos lemos e escutamos que o design industrial é essencialmente design de interfaces, e un dos primeiros a afirmar isto foi o teórico Gui Bonsiepe. Hoje isto é evidente na interação entre usuário e produto, onde o avanço tecnológico nos surpreende mês a mês e possibilita novas soluções nas quais as interfaces facilitam a desmaterialização.

Muitas vezes a ciência e ficção ajudam para acelerar este processo, por exemplo:

Quanto tempo, você acha, que falta para que tenhamos interfaces gestuais holográficas como as de Tom Cruise, em Minority Report – um filme que já tem mais de 10 anos?

Pesquisando na internet para escrever esta matéria, vi no blog mundobit da UOL que o software por trás do filme Minority Report, em que Tom Cruise navega por uma enorme tela movimentando apenas as mãos, pode chegar ao mundo real. A interface desenvolvida pelo cientista John Underkoffler quando ainda era um cientista do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) foi comercializada pela companhia Oblong Industries como uma maneira de filtrar grandes quantidades de vídeos e outros tipos de informações.

Da Wikipédia pegamos a seguinte definição: o objetivo do design de interface de usuário é tornar a interação do usuário o mais simples e eficiente possível, em termos de realização dos objetivos do usuário – o que normalmente é chamado de design centrado no usuário. Um bom design de interface facilita a conclusão da tarefa manualmente sem chamar atenção desnecessária para si.

matéria completa portal design brasil

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 7.900 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 13 anos para ter este tanto de visitação.

Em 2012 foram publicados 74 novos artigos, aumentando o arquivo total para 223 artigos. Foram carregadas 39 imagens, ocupando um total de 9 MB. São cerca de 3 imagens por mês.

O dia com mais tráfego foi 11 de junho, com 316visitas. O artigo mais popular nesse dia foi designers precisam “cair na real”

Estes são os artigos mais visitados em 2012: