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Category Archives: vanguardia

Café com Makers – uma discussão sobre o Movimento Maker no Fab Lab Floripa

Na próxima quinta-feira, 27/02, o Fab Lab Floripa recebe convidados especiais para discutir sobre o potencial do Movimento Maker em SC.

O Movimento Maker é formado por pessoas que tem interesse em produzir as suas próprias coisas.

 

via Café com Makers – uma discussão sobre o Movimento Maker no Fab Lab Floripa.

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tendências para a indústria moveleira para 2020

e nos participamos com um projeto de poltrona e da sugestão de novos materiais,

conteúdo realizado pela publicação eletrônica Radar Móbile

http://www.radarmobile.com.br/31/variedades/779-a-vida-em-2020-mobiliario.htm

Imagem

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O Istituto Europeo di Design, o Ministério do Meio Ambiente da Itália e o  ICE – Instituto Italiano para o Comércio Exterior convidam para reunião de apresentação da iniciativa:  “Projetando para a Sustentabilidade”

Na ocasião, será detalhado o projeto de formação de profissionais, inédito no Brasil, que se desenvolverá em três fases, com início imediato e atividades previstas até março de 2014:

a) Encontros de formação
b) Seminário Internacional
c) Aplicação em projetos reais (cases)

Os convidados e demais interessados devem comparecer ao encontro de apresentação do projeto na próxima sexta-feira, 18/10, às 19h30, na sede paulistana do IED.

Objetivo
O objetivo é formar profissionais capazes de aplicar as mais avançadas metodologias para gerenciar projetos que produzam baixo impacto ambiental, especialmente nos aspectos ligados à emissão de carbono.

Público-alvo
Alunos de pós-graduação e profissionais interessados terão uma ótima oportunidade de aprendizagem prática, tendo empresas parceiras de grande porte, de diversas áreas, como verdadeiros laboratórios para os projetos.

Lançamento: Projetando para a Sustentabilidade
Data: 18 de outubro de 2013, das 19h30 às 21h.
Local: Istituto Europeo di Design – IED São Paulo
Endereço: Rua Maranhão, 617 – Higienópolis

Gratuito. Seleção mediante currículo e/ou carta de interesse.

Contato:  Amanda Vargas   |    contato@cried.com.br  |    11 3660-8000

   www.cried.com.br

O futuro na palma da mão

Há mais de vinte anos lemos e escutamos que o design industrial é essencialmente design de interfaces, e un dos primeiros a afirmar isto foi o teórico Gui Bonsiepe. Hoje isto é evidente na interação entre usuário e produto, onde o avanço tecnológico nos surpreende mês a mês e possibilita novas soluções nas quais as interfaces facilitam a desmaterialização.

Muitas vezes a ciência e ficção ajudam para acelerar este processo, por exemplo:

Quanto tempo, você acha, que falta para que tenhamos interfaces gestuais holográficas como as de Tom Cruise, em Minority Report – um filme que já tem mais de 10 anos?

Pesquisando na internet para escrever esta matéria, vi no blog mundobit da UOL que o software por trás do filme Minority Report, em que Tom Cruise navega por uma enorme tela movimentando apenas as mãos, pode chegar ao mundo real. A interface desenvolvida pelo cientista John Underkoffler quando ainda era um cientista do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) foi comercializada pela companhia Oblong Industries como uma maneira de filtrar grandes quantidades de vídeos e outros tipos de informações.

Da Wikipédia pegamos a seguinte definição: o objetivo do design de interface de usuário é tornar a interação do usuário o mais simples e eficiente possível, em termos de realização dos objetivos do usuário – o que normalmente é chamado de design centrado no usuário. Um bom design de interface facilita a conclusão da tarefa manualmente sem chamar atenção desnecessária para si.

matéria completa portal design brasil

En el portal FOROALFA, Reinaldo Leiro, escribió este articulo:
Cómo será el diseño del siglo XXI
Las premoniciones rara vez se cumplen, pero revisar la trayectoria y el escenario actual del diseño nos podrá dar lineamientos posibles de su desarrollo futuro.

articulo completo

siguen mis comentarios:

En los inicios de la década de 90` tuve la oportunidad de ser alumno de la cátedra Leiro en la UBA, después docente de la cátedra y finalmente integrante del depto. de diseño de Buró (hasta la crisis Tequila llegar a Buenos Aires en 95)

Y por esto y otras tantas cosas que me gusto mucho ver este articulo de Reinaldo y me gustaría complementar algunas cosas mas:

El diseño que yo estudie ya casi no existe mas, pensar en producto o grafico de forma isolada no es representativo de esta nueva realidad complexa muy bien presentada en el articulo

Creative commons, wikipedia, open source, open design, diseño colaborativo, diseño para contextos definidos, diseño para mejorar la vida, diseño para la felicidad, Design para a Resiliência”.

Y esto no es solo desde lo conceptual, porque los procesos productivos también están cambiando los FAB LABs están mostrando que lo que conocíamos como prototipaje rápida o estereolitografia ya es una realidad y esto cambia la forma de entender el negocio de diseñar y producir. Cada vez que surge un nuevo proyecto me pregunto: como modificar, hackear o cosa parecida los sistemas que conectan nuestras vidas a sistemas insustentables.

De aquí a poco todos nos vamos tener una impresora 3D y vamos ser autoproductores sin necesitar de empresas y grandes estructuras fabriles.

Pero lo mas importante es que tenemos que cambiar la forma de pensar, necesitamos entender cada problema de forma amplia y como se relaciona con todas las actividades relacionadas desde los recursos naturales, consumo de energía, valores sociales y descarte,

descarte (?)

 – pero si decimos que tenemos que cambiar la forma de pensar porque no pensamos que podemos producir sin descartes, esto significa que no generamos mas basura.

Esto si seria un buen diseño, escuché de un artista holandés: si nuestros proyectos todavía están generando basura no son buenos proyectos y tenemos que mejorarlos (everything we dispose of is a design mistake that should be corrected – jan eric visser, proyecto my waste is you waste)

my waste is you waste – http://www.mcb.sp.gov.br/mcbItem.asp?sMenu=P002&sTipo=5&sItem=2135&sOrdem=0

http://www.motimuseum.nl/en/the-museum/news/my-waste-is-your-waste/1002

fab lab – http://pt.wikipedia.org/wiki/Fab_lab

Design para a Resiliência – http://www.designbrasil.org.br/noticias/design-utilizado-como-ferramenta-para-resiliencia

Todos nós produzimos resíduos, independentemente de onde estivermos no planeta

Restos de embalagens, tecidos, lixo eletrônico, objetos quebrados, sucatas de veículos e entulho da construção são as sobras da nossa riqueza, consideradas inúteis e jogadas fora ou deixadas para trás. Mas os resíduos podem também ser relevantes e usados para criar novos produtos – Joanna van der Zanden e Mara Gama curadoras do projeto re-design, MCB

my waste is your waste

“Re-design: brasileiros e holandeses experimentam descartes” é um projeto de intercâmbio e uma exposição que visam investigar e mostrar o potencial dos resíduos sólidos como materiais construtivos e criativos. Parceria entre o Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, e o MOTI – Museu da Imagem, de Breda, na Holanda, o projeto conta com a participação de designers, arquitetos e artistas brasileiros e holandeses, sendo dividido em duas etapas – exposição apresentando breve atuação dos envolvidos; e produção coletiva -, ambas abertas à visitação do público.

Participam três representantes de cada país: Thiago Bender (artista de rua), Rodrigo Bueno (artista visual) e Christian Ullmann (designer), do Brasil; Klaas Kuiken (designer), Jan Eric Visser (artista visual) e o coletivo Refunc (arquitetos e designers), da Holanda. Com curadoria de Mara Gama (Brasil) e Joanna van der Zanden (Holanda), o projeto terá ainda, em 2013, nova edição a ser realizada no MOTI – Museu da Imagem, com o mesmo grupo de participantes.

Os artistas e designers do projeto irão trabalhar juntos em um ateliê ao vivo no Museu da Casa Brasileira, investigando confluências e compartilhando suas pesquisas e abordagens em relação aos resíduos sólidos”, explicam as curadoras, que visam gerar reflexões sobre questões como: Os resíduos são vistos de maneira diferente nos dois países? É possível transformar a imagem negativa dos descartes por meio de seu reaproveitamento criativo?

Maiores informações

my waste is your waste

what’s next for computer Interfaces?

Como será a nossa interação com os computadores e dispositivos móveis nos proximos anos ?

Será que continuaremos cutucando e beliscando pequenas telas touchscreens para classificar nossas fotos da festa da noite anterior?

Quanto tempo falta para ter interfaces gestuais holográficas como a de  Tom Cruise em Minority Report ?

E quando é que vamos finalmente aposentar o teclado e o mouse?

OmniTouch é um sistema de detecção de profundidade e projecção portátil que permite que aplicativos interactivos multitouch (multitoque) em superfícies comúns. O sistema permite que o usuário use suas mãos, braços e pernas como superfícies gráficas interactivas. Os usuários também podem utilizar superfícies do ambiente para expandir a área interativa (por exemplo, livros, paredes, mesas).

fonte beyond touchtxchnologist

Lilian Gilbreth, uma das primeiras mulheres a ter uma jornada tripla, assim como muitas hoje em dia, é um grande exemplo. Mãe de doze filhos, Lilian nasceu em meados do século XIX e foi a primeira mulher a dar aulas para o curso de engenharia. Durante a segunda Guerra Mundial, trabalhou para a GE para melhorar a eficiência dos eletrodomésticos.

Com seu olhar feminino, essa engenheira industrial da GE trabalhou a ergonomia dos eletrodomésticos, como fogões e geladeiras, projetando-os em uma altura ideal para as mulheres. Ela também desenvolveu estudos sobre o estresse e a falta de sono dos trabalhadores. Além disso, Lilian Gilbreth foi reconhecida como uma das dez mulheres mais inovadoras na ciência, pela revista eletrônica Txchnologist.

GE Reports Brasil

tardígrado, tem apenas 1 milímetro de altura e é a espécie, considerada por cientistas, mais resistente do planeta. o animal microscópico de oito patas supera as condições mais inóspitas e consegue sobreviver no fundo do mar, à variação de temperatura, superar os altos níveis de radiação do Sol e, inclusive, se reproduzir em um ambiente sem oxigênio, como o vácuo que há no espaço

tardígrado, es la imagen que eleji para abrir mi participación del SEGUNDO SIMPOSIO INTERNACIONAL DE DISEÑO SOSTENIBLE

materia completa – as melhores imagens de Meio Ambiente 2012Eye Of Science/SPL