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Tag Archives: criatividade

No universo da indústria criativa, o design fortalece-se, reinventa-se, reorganiza-se e sai à conquista de novos territórios.

Desenvolver conteúdo já é difícil, mais complicado quando temos que desenvolvê-lo com valor e, para isso, é necessário utilizar a criatividade e o capital intelectual como principais insumos para criar o diferencial. Claro que não se pode esquecer de desenvolver todas as atividades econômicas tradicionais para transformar uma boa ideia em projeto ou negócio de valor: gestão, produção, financiamento, comunicação, distribuição e comercialização de bens e serviços.

O design atua, ou pode atuar, em todo o universo das indústrias criativas. Esse universo está representado nos seguintes setores: música, editorial, audiovisual, artes cênicas e visuais, design, software, videogames e internet, arquitetura, publicidade, bibliotecas, arquivos, centros culturais e museus; de forma direta ou indireta com o desenvolvimento do projeto ou negócio.

Em Buenos Aires, temos uma mostra de como isso pode ser feito como política pública de fomento para o desenvolvimento da economia da cidade. O Centro Metropolitano de Diseño, da capital argentina, convida para participar do Festival Internacional de Design de Buenos Aires que promove a importância econômica e cultural do design. Também salienta como o design e a inovação estão modelando os novos negócios e como podem ser o motor de competitividade, crescimento e melhoria de qualidade vida para os moradores da cidade.

Durante os dias de 19 a 21 de outubro de 2012, será realizada a 4ª edição do evento Festival Internacional de Design. O festival é o encontro do mundo do design, do conhecimento e da cultura com a comunidade portenha. O evento reúne mostras, conferências, aulas abertas, workshops e instalações.

 Matéria completa no portal design brasil

designers precisam “cair na real”: “Hoje, quem quiser sobreviver no Brasil, e competir, vai ter de fazer produto para a classe C e D”

Alexandre Herchcovitch conquistou seu lugar no topo da moda brasileira com uma trajetória que começou nos anos 90 e que, de certa forma, se confunde com a evolução do design fashion nacional – sobretudo o de São Paulo. Do circuito clubber “alternativo” até as boutiques dos Jardins, o estilista imprimiu seu estilo com um misto de criatividade, tino para os negócios e tempero polêmico

Num momento de transição da moda brasileira, Herchcovitch se destaca como um campeão fashion de licenciamentos (de roupa de cama a bolsas e sapatos) e diz que os designers precisam “cair na real”: “Hoje, quem quiser sobreviver no Brasil, e competir, vai ter de fazer produto para a classe C e D”

E o que o público final, em geral, quer?
Vamos cair na real gente. O Brasil tem expertise de fazer roupa popular, de periguete (tá môbeim?). A gente também tem que olhar para isso. Pensei no banho hoje e queria falar. O que vendo mais e o que vendo menos? O que minha empresa é hoje? Uma empresa voltada para o licenciamento para as classes C e D. É isso o que está vendendo gente! Não se vende tanto vestido de R$ 10 mil. O que vende muito são meus edredons de R$250, meus sapatos de R$ 129. Só que não vou deixar de fazer meus vestidos caros, porque também tenho clientes que os querem. Hoje, quem quiser sobreviver no Brasil, e competir, vai ter de fazer produto para as classes C e D

design de móveis para a nova classe média

Materia completa:

O Brasil tem expertise de fazer roupa de periguete”, diz Alexandre Herchcovitch

11/06/2012 – por VIVIAN WHITEMAN e PEDRO DINIZ COLABORAÇÃO PARA A FOLHA