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Tag Archives: ferramenta de inclusão social

Setor 2.5 =  Design thinking + Design social

A grande desigualdade social no Brasil, abre possibilidades e novas oportunidades para designers que tenham na gestão um dos seus interesses e procurem atuar na esfera social. A 2ª década do século XXI, se apresenta como o limiar do novo modelo da sociedade contemporânea e jovens designers tem a oportunidade de cruzar este “gap” dos antigos processos de produção e produtos para os novos sistemas produtos/serviços e novos cenários inclusivos.

O design thinking pensado para o 2º e 3º setor e as atividades do design social para o 3º setor estão criando um novo espaço de atuação que hoje é denominado setor 2,5.

Novos modelos de negócios dão forma a este novo e atual setor, com o objetivo principal de oferecer inclusão para as classes sociais carentes e necessitadas. Jovens designers, administradores, sociólogos, assistentes sociais, antropólogos, arquitetos, médicos, advogados, todas as profissões estão dedicando tempo e esforço para fortalecer esta nova proposta sintonizada com as necessidades da sociedade contemporânea.

Uma “empresa contemporânea” não precisa ter como único objetivo o lucro econômico, ela pode ser lucrativa e pode colaborar com a inclusão social e melhoria da qualidade de vida das classes sociais mais carentes.

Novos produtos e novos serviços, criando novas oportunidades para a população excluída e de baixa renda. O setor 2.5 vem para atender uma demanda de problemas socioeconômicos que o capitalismo tradicional não conseguiu resolver. Os negócios sociais propõem aplicar o modelo eficiente de gestão das empresas para gerar o maior impacto social possível.

Porém, não podemos nos iludir e acreditar que só teremos boas intenções, pois há mais de 15 anos o mercado sabe que o único espaço para crescer na pirâmide social é para as classes de baixa renda. O novo modelo de negócios sociais não incentiva o consumo desenfreado e supérfluo, propõe criar produtos e serviços que atendam as necessidades básicas da população de baixa renda não atendidas pelo mercado.

Ser um empreendedor social exige enxergar uma nova forma de fazer negócios, abrir novos mercados, conquistar espaço das empresas tradicionais e contar com apoio de instituições de fomento e governo. Alimentar e desenvolver o setor 2.5 colabora com a transformação social necessária para diminuir a desigualdade social brasileira.

Matéria completa Portal Design Brasil

El proyecto Común Tierra es una investigación sobre comunidades sostenibles en América Latina (México hasta Brasil), iniciada en mayo de 2010. Durante el periodo de tres años, Ryan y Letícia están visitando comunidades sostenibles, ecoaldeas y centros de permacultura documentando sus ideas, técnicas y herramientas con enfoque sostenible que pueden ser multiplicados en todo el mundo. Toda esta información se comparte a través de este sitio de web: guía y mapa multimedia (fotos y videos) de los proyectos, creación de redes de contacto entre personas involucradas e interesadas, y suministro de diversos materiales educativos sobre el tema. Aquí usted puede aprender, buscar, participar y contribuir en la búsqueda de un mundo más sostenible. Entre en nuestra red!

O projeto Común Tierra é uma pesquisa sobre comunidades sustentáveis na América Latina (do México até o Brasil), iniciada em maio de 2010. Durante o percurso de três anos, Letícia Rigatti e Ryan Luckey estarão visitando comunidades sustentáveis, ecovilas e centros de permacultura documentando suas idéias, técnicas e ferramentas com enfoque sustentável que podem ser multiplicadas ao redor do mundo. Toda a informação está sendo compartilhada através desse site incluindo: guia e mapa multimídia (fotos e vídeos) sobre os projetos, rede de contatos entre pessoas envolvidas e interessadas, além de fornecimento de diversos conteúdos educativos sobre o tema. Aqui você pode se informar, pesquisar, participar e contribuir na busca de um mundo mais sustentável. Entre nessa rede!

Transformar problemas em soluções, a mais nova e bem sucedida metodologia

A metodologia exclusiva das atividades projetuais, que nós designers aprendemos na universidade durante quase 50 anos, hoje “Design Thinking” é o grande diferencial entre as empresas criativas e empresas convencionais de todas as áreas. Definições utilizadas pelo design thinking são muito importantes, de fato desde a Bauhaus que as conhecemos e agora apresentadas não somente em áreas complementares do design (entenda-se desenvolvimento de produtos físicos de duas e três dimensões) como também em marketing, economia, novos negócios, gestão, inovação, etc. E esta é a realidade do design hoje – e é positivo ter outras profissões conhecendo, incorporando, a nossa forma de abordar problemas. O design ganha espaço e abre novas oportunidades, porém temos que ter cuidado para não ser mais uma moda passageira podendo diferenciar o que é marketing corporativo do que é realmente uma inovação.

Design Thinking é uma abordagem, uma forma de pensar, e encarar problemas focada na empatia, colaboração e experimentação. [1]

Os ciclos repetitivos de troca de ideias, desenvolvimento de projeto, estudo de comportamentos, correção de projeto, montagem de protótipos; hoje estão ajudando grandes companhias a criarem novos produtos que na maioria deles são serviços – o que era do universo do design industrial ou gráfico agora expandiu para o design como um todo: a ideia de projetar. Esta é a melhor lição do Design Thinking para nós designers: assumir a ideia de pensar como designer para todo tipo de atividade ou problema e não so os físicos e tangíveis.

Publicado no Portal Design Brasil